A distancia está em mim como a dor de um pé dormente, a frieza que sinto é tao nitida que quem olha repara que nao estou contente,a saudade actua como fermento no meu sentimento e a indiferença é uma mancha na minha esperança, a recompensa é pouco perceptivel, o esforço se é que posso atribuir-lhe esse nome, é ignorado e amachucado como uma folha de rascunho, mais perto que o reencontro das duas almas está o fim desta caminhada feita com quatro pés. Portanto eu fico-me por aqui com as minhas inumeras tentativas porque a vida é efemera e fugaz como uma lebre no campo por isso vou reactivar as minhas energias e coloca-las no melhor sitio que encontrar porque em mim eu nao as quero, para mim so preciso das indispensaveis para sobreviver, as outras desejo que estejam em tudo o que fizer e em todos os que conquistei, e assim sei que são uteis e estao protegidas.

Bloguistamiga
ResponderEliminarMuitíssimo obrigadérrimo pela solidariedade «asnática»... rsrsrs Mas, como eu costumo dizer, burro velho não aprende... blogosféricas coisas.
Belíssimo testículo (com x...) este que me (nos) ofereces. Bem hajas. Como dizemos em Jornalismo, a abertura é... excelentíssima. Retenho e registo: «A distancia está em mim como a dor de um pé dormente (...)». Parabéns.
Qjs = queijinhos = beijinhos
PS - Como vês, já TE SIGO...